Os requintes de crueldade e violência a que pode chegar uma relação amorosa são a tónica neste texto de Filipe Homem Fonseca, desenvolvido a partir de uma primeira versão mais curta escrita para o projecto Urgências. Margarida Cardeal e Tiago Rodrigues interpretaram este texto, sem encenação e sem rede, baseados apenas no prazer da luta de palavras entre actores em palco. Dividindo palco e público em dois lados do mesmo conflito, Azul a Cores é um jogo de desequilíbrio constante entre duas caras-metades.
Texto Filipe
Homem Fonseca Concepção cénica e
interpretação Margarida Cardeal e Tiago Rodrigues Cenografia Patrícia Portela Desenho
de Luzes João D'Almeida Apoio
Técnico António Ribeiro Direcção de
produção e fotografia Magda Bizarro Grafismo
Digiscript Spot TV Bruno Canas
Azul a cores estreou em Fevereiro de 2006, na Sala Estúdio do Teatro da
Trindade, em Lisboa, e fez digressão na Guarda (Teatro Municipal), Leiria
(Teatro Miguel Franco), Vila Nova de StºAndré (VII Mostra de Teatro), Bragança
(Teatro Municipal), Guimarães (Centro Cultural Vila Flor), Setúbal (VIII Mostra
de Teatro) e Faro (CAPa).